Startups: o que elas podem ensinar para as grandes empresas?

Não é novidade para ninguém que as startups estão cada vez mais presentes no mercado corporativo, com produtos inovadores e com muito potencial de crescimento. Esse modelo de negócios se popularizou e continua crescendo por compartilharem de uma visão empreendedora diferente do que o mercado tradicional está acostumado.

Por isso, muitas empresas grandes e já consolidadas no mercado ainda podem aprender muito com as startups se não quiserem perder relevância com o passar do tempo.

Quem ainda não conhece muito bem o funcionamento das startups, aí vai uma breve explicação: depois de surgir a ideia de negócios e os planos de ação e aplicação, as startups precisam de um agente financiador, que pode ser uma empresa já consolidada, uma incubadora de startups ou uma fintech.

Quando elas começam a funcionar de fato e o produto é desenvolvido e lançado no mercado, muitas startups crescem de forma exponencial, conseguindo se manter no sozinhas.

Algumas particularidades desse processo podem ser aprendidas e incorporadas por empresas mais tradicionais. Vamos conferir algumas características desse modelo de negócio?

Motivação da equipe

As tendências apontam que as empresas estão, aos poucos, se preocupando cada vez mais com a motivação dos colaboradores. Mas sabemos que quando há muitos funcionários, muitas acabam adotando a padronização de salas, horários, rotinas e, às vezes, até de roupa. Tudo isso pode acabar comprometendo a criatividade do time e, consequentemente, a produtividade.

Nas startups, esse processo costuma ser mais leve e os colaboradores podem opinar sobre a decoração das salas – incluindo itens de incentivo, por exemplo – e têm flexibilidade de horário e dress code.

Inovação

Como tudo é interligado no meio corporativo, colaboradores mais motivados estão mais propensos a desenvolverem projetos inovadores. E isso é uma afirmação que as startups entenderam desde o início.

Se nas grandes empresas é muito comum que os funcionários de nível operacional fiquem de fora das principais decisões, nas startups é o oposto. Todos podem, e devem, opinar. Isso faz com que a empresa se desenvolva e seja cada vez mais inovadora, o que é imprescindível para se manter ativa no mercado corporativo.

Gerenciamento inteligente de recursos

Como você viu mais acima, as startups dependem de incentivo financeiro para iniciarem. Assim, elas começam sem recursos e buscando um agente financiador, o que faz com que os primeiros trabalhos ocorram com poucas pessoas, poucos materiais, pouco espaço e, principalmente, pouco dinheiro.

Tudo isso faz com que as startups saibam cortar os gastos de forma sustentável, sem tirar o essencial. O desafio das grandes empresas é, justamente, fazer esse gerenciamento inteligente de recursos e conseguir prosperar. Afinal, nós nunca sabemos quando as crises vão chegar, não é mesmo?

As startups também costumam sair na frente quando o assunto é atendimento ao cliente e visão horizontal do negócio – que não é bem uma especificidade delas, mas é bastante comum.

Você tinha ideia que as startups tinham tanto a ensinar para as grandes empresas? Consegue pensar em outras características que poderiam ser compartilhadas? Comente!

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